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Oxxo – Ela vai acabar com as mercearias de bairro?

Se você mora em São Paulo, provavelmente já viu essa fachada vermelha e amarela em alguma esquina. E se não mora, prepare-se, pois cedo ou tarde ela deve aparecer em sua cidade. Fundada no México, a rede de mercados Oxxo chegou com tudo no Brasil no final de 2020, e sua estratégia de expansão tem sido tão agressiva que até virou meme nas redes sociais, graças aos inúmeros comentários em tom de humor feitos por internautas surpresos com o rápido surgimento de novas unidades no país.

Mas até que ponto a chegada dessa gigante latinoamericana ameaça nossas mercearias de bairro, um dos negócios mais tradicionais no Brasil? É isso que vamos discutir ao longo deste texto. Mas antes de começar a falar dos impactos da sua entrada no mercado, vamos entender o que é a rede Oxxo.


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O que é a Rede Oxxo?

A Oxxo é uma das principais redes de conveniência da América Latina. Fundada em 1977, ela nasceu a partir de uma pequena mercearia na Cidade do México e rapidamente se espalhou por todo o país com uma proposta de levar produtos de forma acessível ao consumidor.

No início, a marca comercializava principalmente itens básicos, como cigarros, refrigerantes e artigos de higiene pessoal. Com o tempo, porém, a empresa passou a ter uma oferta cada vez mais variada, incluindo alimentos frescos, congelados, padaria, doces, snacks, entre outros. Assim, a rede foi se popularizando até se transformar em uma das maiores e mais conhecidas do México, com cerca de 19 mil unidades que, em sua maioria, funcionam 24 horas por dia e sete dias por semana.

A expansão para a América Latina teve início na década de 1990, quando surgiram as primeiras lojas em países como Colômbia, Peru e Equador. De olho no potencial do mercado brasileiro, a companhia iniciou sua presença por aqui em dezembro de 2020, na cidade de Campinas, interior de São Paulo.

Quais os planos da Oxxo para o Brasil?

Segundo o próprio site da Oxxo, a proposta da marca no Brasil é ser uma empresa que revolucione o mercado, apostando na proximidade, na qualidade no serviço e em atender às diversas necessidades do consumidor através de uma experiência de compra prática e a preços justos.

Mas será que isso realmente representa uma ameaça para os nossos mercadinhos de bairro? Segundo dados do Sebrae, no ano passado o Brasil contava com mais de 400 mil mercearias registradas em todo o país. Além disso, esse tipo de empreendimento registrou um crescimento de 12% entre 2020 e 2021.

Ou seja, se compararmos esses dados com as 20 mil unidades que a Oxxo possui em toda a América Latina, fica fácil perceber que, por mais que a rede multiplique sua presença, dificilmente vai alcançar a escala e a penetração que as mercearias têm em todo o território nacional.

Por outro lado, o modelo de negócio da Oxxo bate de frente com a proposta dos negócios para abrir em bairros pequenos, que sempre se destacaram das grandes redes por oferecer o que precisamos de forma urgente e prática. Nesse sentido, será fundamental que as mercearias busquem se atualizar para não correr o risco de desaparecer diante desse novo cenário que vem se desenhando. Para isso, reunimos algumas dicas que podem ajudar o pequeno empresário nessa missão.

Oxxo é franquia?

Com a inauguração de sua 500ª loja em São Paulo no último mês de março, a Oxxo despertou a curiosidade de muitos empreendedores: afinal, a Oxxo opera com franquias no Brasil?

A resposta pode surpreender: as lojas Oxxo não são franquias. Na verdade, elas são próprias e operadas pelo Grupo Nós, uma joint-venture entre duas gigantes, Raízen e FEMSA Comercio.

Atualmente, a rede está presente em 15 cidades do estado de São Paulo, empregando quase 5 mil pessoas. E as perspectivas de crescimento são animadoras. De acordo com um comunicado recente à imprensa, a estratégia da Oxxo para 2024 é continuar expandindo no estado, explorando novas regiões com potencial para seu formato de proximidade.

Além da capital paulista, a Oxxo já marca presença na Baixada Santista desde outubro do ano passado e no interior, na região de Campinas, onde inaugurou sua primeira unidade brasileira em 2020.

A trajetória da Oxxo começou no México em 1978 e hoje conta com mais de 20 mil unidades espalhadas pela América Latina. No Brasil, a marca adaptou-se ao gosto local, oferecendo produtos típicos como pão francês, pão de queijo e coxinha, itens que não fazem parte do portfólio original mexicano.

Apesar de não operar com franquias da marca Oxxo, o Grupo Nós tem outra marca que cresce amparada nesse formato: a Shell Select. Com 1,3 mil unidades em todo o país, tanto próprias quanto franqueadas, a rede de lojas de conveniência vem expandindo seu alcance. No ano passado, até lançou o Shell Café, oferecendo serviços de alimentação em algumas unidades.

No cenário brasileiro, poucas redes de supermercado adotam o modelo de franquias. A rede espanhola Dia — que recentemente anunciou o fechamento de mais de 334 unidades, entrou com pedido de recuperação judicial e anunciou a venda das suas operações brasileiras — foi uma das primeiras a apostar nesse formato. Hoje, das 244 lojas restantes em São Paulo, 123 são operadas por franqueados. O Carrefour também ingressou nesse mercado, lançando o formato de proximidade Carrefour Express para franquias no ano passado.

Relação com o cliente

Ao contrário de uma grande rede que chega na região do dia para a noite, o diferencial das mercearias está na relação de proximidade com o cliente. Afinal, os donos geralmente são pessoas que todos conhecem e vivem no bairro há muitos anos. Por isso, é fundamental estimular e fortalecer esses laços, seja com promoções, descontos exclusivos ou através da criação de clubes de fidelidade.

Oferta de produtos diferenciada

Outra dica que pode ajudar demais a ganhar competitividade é conversar com os clientes para saber sobre suas preferências e assim adaptar o que fica exposto nas prateleiras. É muito difícil para uma grande marca atender as necessidades mais pontuais do consumidor, pois ela geralmente pensa em uma escala maior, adotando medidas voltadas para toda a rede.

Nesse sentido, contar com uma oferta diversificada, que inclua itens naturais e orgânicos ou que privilegie produtores locais e artesanais podem fazer toda a diferença para que seu negócio se destaque.

Parcerias e associações

Mesmo cobrando preços um pouco mais elevados, nossos mercadinhos sempre conseguiram competir com as grandes redes por conta da conveniência. No entanto, diante de uma marca como a Oxxo, que também aposta na proximidade com o cliente, isso não é mais possível.

A boa notícia é que, por se manter aberta por 24h, a Oxxo acaba repassando parte desse custo em seus preços, que também costumam ser um pouco mais elevados do que os cobrados pelos grandes mercados. Então uma boa saída para as mercearias é se associar com outros comércios similares para realizar compras de maior volume junto aos fornecedores e, assim, conseguir preços um pouco mais competitivos.

Tecnologia

Como a disputa entre as mercearias e a Oxxo se dá no campo das facilidades para o consumidor, será cada vez menos aceitável deixar o cliente esperando na fila porque o sistema caiu ou não oferecer aquela opção de pagamento que ele deseja. Isso significa que o empreendedor vai ter de recorrer à tecnologia para tornar sua operação mais eficiente, investindo em sistemas de gestão de estoques e pagamentos online, por exemplo.

Sustentabilidade

Por fim, com os consumidores mais atentos e exigentes em relação ao meio ambiente, adotar práticas sustentáveis pode ser uma ótima maneira de contar com a sua preferência no momento da compra.

Oferecer opções de embalagem ecológica, promover o uso de sacolas reutilizáveis, disponibilizar espaços para destinação adequada de baterias e óleo de cozinha, recorrer a fontes renováveis de energia, como painéis solares, e instalar sistemas de captação de água da chuva são alguns exemplos que vão ajudar a ganhar a simpatia dos clientes que também se preocupam com essas questões.

Mercearias de bairro e sua importância nas cidades

As mercearias de bairro, como a Oxxo, desempenham um papel crucial no comércio local e no cotidiano das comunidades urbanas. Esses estabelecimentos, presentes em muitos bairros ao redor do mundo, são mais do que simples pontos de venda de produtos alimentícios e itens de conveniência. Eles representam uma conexão vital entre os moradores e a economia local, oferecendo não apenas produtos essenciais, mas também um serviço que dificilmente é replicado por grandes redes de supermercados.

Essas lojas são muitas vezes vistas como o coração do comércio de vizinhança, responsáveis por manter uma ligação próxima e quase pessoal com os clientes. Diferente das grandes redes, onde o foco está na eficiência e no atendimento em larga escala, as mercearias de bairro se destacam por proporcionar uma experiência de compra mais íntima e personalizada, um fator que contribui enormemente para o desenvolvimento econômico e social das cidades.

Mercearias de bairro cresceram no pós-pandemia

Os mercadinhos de bairro, estabelecimentos tradicionais no cenário urbano brasileiro, têm demonstrado notável resiliência e capacidade de adaptação, especialmente no contexto pós-pandêmico. Durante a pandemia de COVID-19, as restrições de deslocamento e a necessidade de distanciamento social levaram os consumidores a redescobrirem esses comércios locais, valorizando a proximidade e a conveniência que oferecem. Mesmo com o arrefecimento da crise sanitária, a preferência por esses estabelecimentos manteve-se sólida, indicando uma mudança comportamental significativa no hábito de consumo.

De acordo com uma sondagem realizada pelo Sindicato do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios do Estado de São Paulo (Sincovaga) em setembro de 2023, envolvendo 200 consumidores de diversas regiões da capital paulista, 38% dos entrevistados passaram a frequentar mais os mercadinhos de bairro após a pandemia, enquanto 40% mantiveram a mesma frequência de visitas. Esses dados revelam que a totalidade dos participantes continua a valorizar esses estabelecimentos em seu cotidiano. A principal razão apontada para essa preferência é a proximidade em relação às residências ou locais de trabalho, mencionada por 87% dos consumidores. Outros fatores, como preço (6%), atendimento e promoções (1% cada), também foram citados, embora em menor proporção.

A pandemia não apenas reforçou a importância dos mercadinhos de bairro, mas também impulsionou uma transformação digital nesses estabelecimentos. Antes da crise sanitária, muitos desses comércios operavam de maneira tradicional, com pouca ou nenhuma presença online. Contudo, a necessidade de atender a uma demanda crescente por compras não presenciais levou os proprietários a adotarem novas tecnologias e canais de venda. Um exemplo ilustrativo é o do Supermercado Yamato, localizado no bairro do Jabaquara, em São Paulo. Com mais de cinco décadas de existência, o estabelecimento enfrentou uma queda de aproximadamente 30% nas vendas presenciais no início da pandemia. Para contornar essa situação, o proprietário, com o auxílio de seu filho, implementou o atendimento via WhatsApp, o que resultou em um aumento significativo nas vendas e na fidelização de uma nova base de clientes.

Essa tendência de digitalização não se restringe a casos isolados. A mesma pesquisa do Sincovaga revelou que 70% dos mercadinhos passaram a utilizar aplicativos para vendas durante a pandemia, sendo que 73% deles não adotavam esse canal anteriormente. Essa rápida adaptação tecnológica permitiu que os pequenos comerciantes competissem em pé de igualdade com grandes redes e plataformas de e-commerce, oferecendo comodidade e atendimento personalizado aos clientes locais.

Além da transformação digital, os mercadinhos de bairro têm se destacado pela capacidade de ajustar seu mix de produtos às necessidades e preferências da comunidade que atendem. A pesquisa do Sincovaga apontou que os itens mais procurados nesses estabelecimentos são os básicos, como arroz, feijão e farinha, mencionados por 49% dos consumidores. Em seguida, destacam-se pães e massas (39%), laticínios e iogurtes (25%), carnes (24%), produtos de higiene e limpeza (20%), bebidas (19%) e itens de mercearia em geral (15%). Essa variedade reflete a busca dos consumidores por praticidade e pela possibilidade de realizar compras rápidas e eficientes perto de suas residências.

A conveniência oferecida pelos mercadinhos de bairro, aliada à proximidade geográfica, tem sido um diferencial competitivo significativo. Embora itens básicos apresentem pouca variação de preço entre diferentes tipos de estabelecimentos, produtos de higiene e limpeza podem ter diferenças mais acentuadas, levando alguns consumidores a optarem por atacarejos em busca de economia. No entanto, a possibilidade de adquirir produtos essenciais sem a necessidade de longos deslocamentos continua a ser um atrativo poderoso dos mercadinhos locais.

A relação de confiança estabelecida entre os mercadinhos de bairro e seus clientes é outro aspecto que merece destaque. Muitos desses estabelecimentos são administrados por famílias há gerações, criando um vínculo sólido com a comunidade. Essa proximidade não apenas fideliza os clientes, mas também permite que os comerciantes compreendam melhor as necessidades específicas de seu público, ajustando estoques e ofertas de acordo com as demandas locais. Essa personalização do atendimento é um diferencial que grandes redes muitas vezes não conseguem replicar.

A pandemia também evidenciou a importância dos mercadinhos de bairro na manutenção da segurança alimentar, especialmente em comunidades de baixa renda. Em muitas regiões, esses estabelecimentos foram essenciais para garantir o acesso a alimentos e produtos de primeira necessidade, mesmo em momentos de restrições mais severas de circulação. A capacidade de se adaptarem rapidamente às mudanças e de manterem o abastecimento regular reforçou sua posição como pilares fundamentais no ecossistema varejista brasileiro.

No cenário competitivo atual, os mercadinhos de bairro enfrentam desafios significativos, especialmente em relação à concorrência com grandes redes de supermercados e atacarejos. No entanto, a preferência por esses formatos varia conforme as necessidades e hábitos dos consumidores. Enquanto atacarejos atraem 41% da preferência e supermercados 40%, os mercadinhos de bairro mantêm uma clientela fiel graças à conveniência e ao atendimento personalizado que oferecem.

Para garantir a sustentabilidade e o crescimento contínuo, é fundamental que os mercadinhos de bairro invistam em estratégias que fortaleçam sua posição no mercado. A adoção de tecnologias que facilitem o processo de compra, como aplicativos de delivery e sistemas de pagamento digital, é um passo importante. Além disso, parcerias com fornecedores locais podem resultar em ofertas exclusivas e em uma cadeia de suprimentos mais eficiente. Programas de fidelidade e promoções direcionadas também podem incentivar a recorrência de clientes.

Oxxo: um exemplo moderno de mercearia de bairro

Com uma filosofia de “loja de proximidade”, a Oxxo busca estar sempre perto dos consumidores, oferecendo conveniência e praticidade. As lojas são pequenas, porém bem organizadas, e estão sempre abertas, inclusive fora do horário comercial comum, o que garante que os clientes possam fazer suas compras a qualquer momento. Isso é uma enorme vantagem para quem vive em grandes cidades, onde o ritmo acelerado de vida torna difícil planejar compras em horários convencionais.

Apesar de ser uma rede de grande porte, a Oxxo adota uma abordagem que imita a experiência de compra em pequenas mercearias de bairro. Esse modelo reforça a ideia de que, mesmo com a expansão de grandes cadeias, o conceito de proximidade e atendimento ao cliente típico das mercearias de bairro continua sendo altamente valorizado pelos consumidores.

O papel social das mercearias de bairro

As mercearias de bairro, assim como a Oxxo, não são apenas locais para adquirir produtos; elas têm uma função social importante. Esses estabelecimentos criam uma rede de interações comunitárias que fortalece os laços entre vizinhos e moradores. A familiaridade entre os donos das lojas e os clientes torna o ambiente acolhedor e amigável, o que incentiva as pessoas a frequentarem esses espaços não apenas por necessidade, mas também pelo senso de pertencimento e proximidade.

O dono de uma mercearia local geralmente conhece boa parte dos seus clientes pelo nome, sabe suas preferências e, muitas vezes, oferece um atendimento mais flexível, permitindo compras a prazo ou a encomenda de produtos específicos que os clientes mais fiéis solicitam. Esse tipo de interação humanizada é fundamental para construir uma relação de confiança que vai além da mera transação comercial. Em bairros onde grandes redes de supermercado não chegam, as mercearias de bairro se tornam essenciais para o acesso a alimentos e itens de primeira necessidade.

Impacto econômico e geração de emprego

Além de sua relevância social, as mercearias de bairro são um componente importante na economia das cidades. Elas são, muitas vezes, micro e pequenas empresas que geram emprego local, oferecendo oportunidades para pessoas da própria comunidade trabalharem perto de suas casas. Em alguns casos, essas mercearias são negócios familiares, o que reforça ainda mais o vínculo com a vizinhança e a importância de sua preservação.

Essas lojas contribuem significativamente para o fluxo de capital dentro do próprio bairro, ao comprar de fornecedores locais e manter parte dos ganhos dentro da própria comunidade. Elas também desempenham um papel importante na criação de uma economia mais inclusiva, uma vez que não dependem tanto das grandes cadeias de distribuição e oferecem oportunidades para pequenos produtores e fornecedores locais terem acesso ao mercado.

Desafios enfrentados pelas mercearias de bairro

Embora as mercearias de bairro sejam fundamentais para o comércio local, elas enfrentam desafios consideráveis, especialmente com a crescente presença de grandes supermercados e lojas de conveniência que oferecem uma gama maior de produtos a preços muitas vezes mais competitivos. A Oxxo, por exemplo, tem recursos para negociar em grande escala com fornecedores, o que a coloca em uma posição de vantagem em relação a pequenas mercearias tradicionais, que muitas vezes lutam para manter suas margens de lucro.

No entanto, o diferencial das mercearias de bairro está exatamente naquilo que as grandes redes não conseguem replicar facilmente: a relação de confiança e o atendimento personalizado. Muitos consumidores ainda preferem fazer compras em lugares onde se sentem reconhecidos e bem tratados, mesmo que isso signifique pagar um pouco mais. É esse tipo de fidelidade que permite que as mercearias de bairro sobrevivam e prosperem, mesmo em um ambiente de competição acirrada.

A sustentabilidade do modelo de negócio

Com a crescente demanda por conveniência e proximidade, o modelo das mercearias de bairro parece ter um futuro promissor, especialmente em áreas urbanas densamente povoadas, onde a mobilidade pode ser um problema. A sustentabilidade desse tipo de negócio está intrinsecamente ligada à capacidade de adaptação às novas tecnologias e às demandas do consumidor moderno. Implementar sistemas de pagamento digital, por exemplo, é um passo importante para manter a relevância e a competitividade dessas lojas.

A Oxxo é um exemplo claro de como uma mercearia de bairro pode expandir e modernizar suas operações sem perder a essência do atendimento de proximidade. A rede investe em tecnologia para facilitar o processo de compra e fidelizar os clientes, oferecendo serviços adicionais como pagamento de contas e recarga de celulares, ampliando ainda mais sua importância no dia a dia dos consumidores.

 



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